Cirurgia minimamente invasiva em urologia, em Salvador

São as técnicas que chegam ao órgão pelo caminho que o corpo já tem, sem incisão na parede do abdome. Em urologia, boa parte dos procedimentos é feita por dentro do próprio trato urinário.

A via de acesso não é escolhida por preferência. Ela depende do quadro clínico, da anatomia e dos exames de cada paciente.

Dr. Paulo Furtado · Médico · CRM-BA 13.186 · Urologista · RQE 5733

O que quer dizer minimamente invasiva

É a cirurgia que chega ao órgão pelo caminho que o corpo já tem, ou por aberturas pequenas, em vez de um corte grande na parede abdominal. Em urologia, boa parte dos procedimentos é feita por dentro do próprio trato urinário.

Sem corte
na pele

Nas técnicas endoscópicas, o acesso é feito pela uretra, o canal por onde a urina sai

Visão
direta

Uma câmera leva a imagem do interior do órgão para o monitor durante todo o procedimento

Caso a
caso

Nem todo paciente é candidato. Volume, anatomia e condições clínicas definem a via de acesso

Minimamente invasiva não quer dizer sem risco. Toda cirurgia tem riscos e efeitos possíveis, que são apresentados ao paciente antes da decisão. O que muda entre as vias de acesso é o caminho até o órgão, não a ausência de complicações.

Aceitamos

Convênios

Verifique se o seu está na nossa lista.

A cobertura de cada procedimento depende das regras do seu plano. Confirme na secretaria antes do agendamento.

A diferença entre as vias de acesso

A comparação abaixo é descritiva. A escolha da via depende do caso, e cada uma tem indicações próprias.

Como o cirurgião chega ao órgão

Via aberta Incisão na parede do abdome para alcançar o órgão Via endoscópica Acesso pelo canal natural, sem incisão externa

Esquema ilustrativo, sem escala anatômica. A via de acesso é definida na avaliação individual.

Procedimentos realizados por essa via

As situações mais frequentes no consultório do Dr. Paulo Furtado.

Enucleação da próstata a laser

Conhecida como HoLEP, remove pela uretra o tecido que comprime o canal da urina, no tratamento da próstata aumentada.

Ver a página da HoLEP

Ressecção transuretral

A RTU, técnica clássica de retirada do tecido prostático com alça elétrica, também realizada pela uretra.

Endoscopia urológica

Procedimentos diagnósticos e terapêuticos dentro da bexiga e das vias urinárias, com visão direta por câmera.

Cálculo urinário

Tratamento endoscópico da pedra nas vias urinárias, com a técnica definida conforme o tamanho e a localização.

A indicação e a técnica são definidas na avaliação, considerando o quadro clínico, os exames e as condições de saúde associadas.
Entenda a próstata aumentada

O caminho até a cirurgia

Nenhuma cirurgia é marcada no primeiro contato. O percurso tem quatro etapas.

1

Avaliação

Consulta presencial em Salvador, com história clínica, exame físico e leitura dos exames que o paciente já tenha em mãos.

2

Indicação

Definição de haver ou não indicação cirúrgica, e apresentação das alternativas, incluindo as condutas não cirúrgicas.

3

Preparo

Exames pré-operatórios, avaliação com a anestesiologia e agendamento no Hospital Português ou no Hospital Aliança.

4

Acompanhamento

Retornos programados para acompanhar a recuperação e o resultado dos exames do material removido, quando houver.

Dr. Paulo Furtado, médico urologista, CRM-BA 13.186, RQE 5.733

Dr. Paulo Furtado

CRM-BA 13.186 · RQE 5.733

Médico Urologista
Cirurgião Urológico
Especialista em Cirurgia a Laser de Próstata (HoLEP/ThuLEP)

  • Especialista em Cirurgia a Laser de Próstata (HoLEP)
  • Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, Seção Bahia
  • Doutorado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
  • Médico Urologista dos Hospitais Português e Aliança
  • Coordenador do Serviço de Urologia do Hospital Municipal do Homem
  • Preceptor do Serviço de Urologia do Hospital Universitário Professor Edgard Santos

Com mais de 20 anos de experiência em urologia e cirurgias minimamente invasivas.

CRM-BA 13.186 · RQE 5.733

Perguntas frequentes

O que mais se pergunta sobre cirurgia por via endoscópica.

Cirurgia sem corte quer dizer sem risco

Não. Toda cirurgia tem riscos e efeitos possíveis, e isso vale para as técnicas endoscópicas também. O que a via de acesso muda é o caminho até o órgão. Os riscos específicos de cada procedimento são apresentados na consulta, antes de qualquer decisão.

Preciso de anestesia geral

Não necessariamente. A modalidade é definida em conjunto com a equipe de anestesiologia, considerando o procedimento e as condições clínicas do paciente. Raquianestesia e anestesia geral são as opções mais usadas.

Fico internado quantos dias

Depende do procedimento e da evolução de cada paciente. Nas cirurgias endoscópicas a internação costuma ser curta, mas o prazo é estimado na avaliação pré-operatória, não antes dela.

Todo paciente pode fazer pela via endoscópica

Não. Volume do órgão, anatomia, cirurgias anteriores e condições de saúde associadas entram na decisão. Em parte dos casos outra via é mais adequada, e isso é explicado ao paciente com os motivos.

Quanto tempo até voltar às atividades

Varia bastante conforme a idade, o procedimento, o tipo de atividade exercida e a evolução individual. Por isso não existe um prazo único. A orientação sobre esforço físico, trabalho e direção é dada de forma personalizada nos retornos.

Em que hospitais o Dr. Paulo opera

No Hospital Português e no Hospital Aliança, em Salvador. O agendamento considera a disponibilidade de estrutura e equipe para o procedimento indicado.

O atendimento é particular ou por convênio

O consultório atende de forma particular e também por convênios. A cobertura do procedimento depende do plano e da operadora de cada paciente. A equipe informa a situação do seu convênio no primeiro contato.

AGENDE SUA CONSULTA

Hospital Português

Centro Médico, Sala 303
Av. Princesa Leopoldina, 940, Graça, Salvador

(71) 3203-3486 Agendar consulta

Hospital Aliança

Sala 608
Av. Juracy Magalhães Júnior, 2096, Salvador

(71) 2108-4720 Agendar consulta